domingo, 10 de outubro de 2010

O chocolate do inglês.

Ah, já fazia tanto tempo que eu não me divertia tanto com uma coisa tão simples, eu já quase não me lembrava mais, mas pensando por um lado, acho que é como andar de bicicleta: Uma vez que se aprende, nunca se esquece. Mesmo que na primeira tentativa se leve um tombo.
O sorriso veio tão fácil, as risadas saíram lá de dentro com um som tão agudo e deleitável, lindo. Foi puro, eu afirmo com toda a certeza. Foi delicioso.
Realmente, foi como saborear uma barra de chocolate sozinha e escondida em algum lugar seguro. Eu cheguei a me sentir quente, mas nada tinha o sol com isso.
Dizem que tudo que é bom dura pouco, mas eu sei que o pouco que dura serve para ser especial e inesquecível. Eu pude me lembrar de como era ser criança outra vez, mais uma útlima primeira vez. Rir se tornou inevitável à medida que eu me divertia como nunca!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Crash and burn!

Às vezes eu tenho vontade de dizer coisas das quais eu sei que se disser, vou me arrepender!
Por isso, em algumas horas, eu simplesmente calo a minha boca! Simples.
É, sinceridade não é tão bom assim no fim das contas!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ai, como eu queria ser uma ameba!
Seria tão mais simples ser um organismo unicelular que é capaz de produzir seu próprio alimento através da luz.
Aiai, como eu queria ser unicelular!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Mal podia acreditar no cheiro que sentia; cheiro de coisa nova, de sonho realizado. E era esse cheiro que ela sentia quando inspirava aquele ar gélido de fim de outono pra dentro de seu corpo, como se dependesse daquilo para viver.
Se achara ridícula por estar usando todas aquelas roupas de frio no embarque, mas foi no desembarque que entendeu que sem aquilo tudo em seu corpo, estaria congelando.
Um vento razoavelmente forte soprou e levou seus cabelos claros para a frente de seu rosto, bagunçando-os e dedilhando por entre os fios. Se sentiu mais viva do que jamais se sentira na vida inteira. Era maravilhosa a sensação.
Talvez alguém que passasse ao seu lado, lhe devesse beliscar, talvez assim acreditaria com mais fé que era verdade, que estava finalmente na cidade que nunca dorme. The Big Apple!
Deu um lento giro de 360°, absorvendo os detalhes tão diferentes do lugar onde se encontrava: Parecia que havia deixado a Terra e estava em algum outro mundo onde desejara estar por tantos incontáveis anos. Tinha agora tudo o que já havia sonhado.
Olhou para o mapa que se encontrava em suas mãos e o virou e revirou algumas vezes, era boa com cálculos, mas com os mapas era quase uma catástrofe. Andou um pouco, depois de identificar a posição certa do mapa, e virou uma esquina, dando de cara com uma placa que dizia "Seventh Avenue". Olhou pro mapa mais uma vez, novamente para a placa e depois para frente: Era lá!
Ali, bem no meio de uma fortaleza de arranha-céus estava o Central Park de que tanto falava. Um sorriso digno de comerciais de pasta de dentes se formou imponente em seu rosto, quase rasgando suas bochechas rosadas e frias, e ela correu contra o vento - sem se importar com o frio que lhe cortava - na direção do que ela sabia que lhe esperava. Era perfeito, era melhor do que imaginava!

Vamos ser sinceros, todo mundo ama Nova York!

"New York, New York
I want to wake up
In a city that never sleeps
And find I'm a number one, top of the list
King of the hill, a number one"

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

É engraçado que se precise sofrer, ou achar que se sofreu, pra perceber o quão feliz se é. Eu já havia escrito isso, ou falado isso, em algum lugar, mas de repente resolvi reforçar a ideia!
Eu me diverti tanto hoje, confirmando o fato de que eu posso sim viver a minha vida bem, independente de uma pessoa fazer parte dela ou não. Sério, por minutos cheguei a pensar que fosse explodir, de tanta risada que dei.
Se eu soubesse que com coisas tão simples, somadas ao precioso tempo de que tanto se falam, eu me curaria tão rápido, não teria chorado pelas vezes que chorei, coisa que me fez tão mal!
Minhas amigas, deixo aqui um beijo e um imenso obrigada pra vocês, que nem de longe tem o valor e o tamanho da gratidão que existe dentro de mim, por tudo que vocês fizeram por mim! Eu amo vocês, todas vocês, desde aquelas que me conhecem como a palma da mão, até aquelas que ainda estão descobrindo todas as minhas linhas!
Peço desculpas pela mediocridade do texto, comparado à grandeza dos sorrisos, palavras, e mais todo o resto que vocês têm feito por mim, sempre! Eternamente grata!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Eu não gosto de jogos, nunca gostei.
No começo eu tinha um amor platônico pelo meu vizinho e tudo o que ele podia me oferecer era uma queda de jogo de torrinha, já que apenas ele tinha o tabuleiro. E eu dava essa desculpa pra passar mais tempo com ele. E eu acho que ele gostava mais do meu playstation 1 do que de mim!
Agora, no atual momento, estou encrencada. Estava jogando com um cara, mas acabei me apaixonando. Parei de jogar na hora, levantei bandeira branca, mas ele não. Parece que o seu incentivo para vitória, foi justamente meu desarmamento; E ele ganhou!
Ele me tinha indefesa na palma de sua mão. Pois bem, ninguém gosta de maus perdedores, ele não gostava de mim. Mas disse que gostava, só pra ter vantagem.
Quando eu abandonei o jogo, cansada de ter as causas da derrota jogadas na minha cara, e achei um jogador aparentemente menos cruel para brincar, o grande vitorioso resolveu querer seu prêmio, mas eu já não estava assim tão disponível e ele não aceitou o "the winner takes it all" e resolveu dar uma de bicha ofendida, me ignorando. Querido, nem adianta me dizer que tem Uno, não jogo mais nada com você!
Odeio, repito ODEIO jogos!!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

É engraçado, mas conforme crescemos, o tempo parece sempre passar mais rápido.
Uma vez alguém me disse, porém, que o tempo sempre é o mesmo, o que aumenta são as nossas responsabilidades, são todas aquelas coisas que precisamos fazer e que antes não precisávamos.
Se antes pintávamos, corríamos, brincávamos, nos divertíamos e ainda sobrava tempo, hoje temos que decidir o que é prioridade. E o mais legal (¬¬' ,a ironia é uma arte!) é que sempre damos prioridade para as coisas erradas!
Onde foi parar o tempo bom, que não volta? Onde crianças eram só crianças e idiotas não se apaixonavam... Onde eu era feliz e nem ao menos sabia.
Godofredo <3'