Não sei o que ando fazendo a mim, nem aonde tenho me metido... Mas tudo o que me designo a fazer agora é pintar quadros. Quadros de paisagens que nem nunca vi.
E quando me olho no espelho, o que é aquilo que me olha de volta? Jamais vira olhos tão secos e zombeteiros. Pela moldura ouço os ecos dos risos, visivelmente caçoando.
Acho que depois de tanto azul que tornei preto e tanto verde que deixei cinza, fiquei louco. Asfixiado pelo cheiro da tinta.
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sábado, 10 de março de 2012
domingo, 11 de setembro de 2011
E que se vá...
Eu já descobri o que você faz. Então, por favor, pare.
Pare de entrar sempre com a ponta dos pés, pare de manusear a porta para que as dobradiças não façam barulho enquanto você, cuidadosamente, a abre e depois a fecha.
Se você não quer que eu saiba da sua presença, por favor, não entre! Se poupe do trabalho e me poupe da dor de saber que você esteve aqui, investigando algo e que quando descobriu, foi embora. Sem nem ao menos me dizer adeus. O que é que você tanto procura, afinal??
Não me lembro de você ter se esquecido de algo aqui comigo, acho que nada mais seu há aqui esperando ser encontrado. Não há mais nenhum tesouro, seu mapa é inútil...
Tesouro... Quase nada há de bom aqui, quem dirá tesouro... Nada a ser descoberto.
Apenas coberto e encoberto, em todas as razões que eu perdi quando te dei a primeira cópia da chave da porta de entrada... Tudo isso só pra você fazer mau uso dela, agora.
Por favor, se ainda insisti que algo exista aqui esperando por você, entre mais uma vez, pegue logo o que quer que seja e saia, trancando a porta com duas voltas da chave na fechadura em seguida. Não se preocupe em não fazer barulho. Eu quero me lembrar da sua última visita.
E por favor, depois de trancar a porta com duas voltas na fechadura, me devolva a chave e se vá.
Pare de entrar sempre com a ponta dos pés, pare de manusear a porta para que as dobradiças não façam barulho enquanto você, cuidadosamente, a abre e depois a fecha.
Se você não quer que eu saiba da sua presença, por favor, não entre! Se poupe do trabalho e me poupe da dor de saber que você esteve aqui, investigando algo e que quando descobriu, foi embora. Sem nem ao menos me dizer adeus. O que é que você tanto procura, afinal??
Não me lembro de você ter se esquecido de algo aqui comigo, acho que nada mais seu há aqui esperando ser encontrado. Não há mais nenhum tesouro, seu mapa é inútil...
Tesouro... Quase nada há de bom aqui, quem dirá tesouro... Nada a ser descoberto.
Apenas coberto e encoberto, em todas as razões que eu perdi quando te dei a primeira cópia da chave da porta de entrada... Tudo isso só pra você fazer mau uso dela, agora.
Por favor, se ainda insisti que algo exista aqui esperando por você, entre mais uma vez, pegue logo o que quer que seja e saia, trancando a porta com duas voltas da chave na fechadura em seguida. Não se preocupe em não fazer barulho. Eu quero me lembrar da sua última visita.
E por favor, depois de trancar a porta com duas voltas na fechadura, me devolva a chave e se vá.
"Quando vejo, estou calada novamente, ouvindo o que você não diz e vendo o que você não faz!"
terça-feira, 31 de maio de 2011
O coração é ignorante, recusa ordens. Pobre músculo esperançoso é esse que guardo com tanto cuidado dentro do peito. Tantas vezes remendado, colado e queimado a ferro, pobre iludido esse coitado.
Ainda não cansado de bater por causas perdidas, derramado em lágrimas inevitáveis e acolhido por sorrisos mentirosos. Pobre rejeitado, tão frágil e enganável. Sentido, guardando dentro de si o seu e o do outro. Como se apenas uma dor não fosse o suficiente.
Bombeando vagamente em um ritmo involuntário e doído, mas não que esteja partido, apenas cansado de tantas lutas perdidas. Solitário! Tão igual a qualquer outro, mas tão único, daqueles que nunca mais se encontrará igual.
Suicida em suas tendências, finito, mas tão valente pra aguentar um pouco mais, tão corajoso pra esconder toda a dor e continuar seu trabalho como se tudo estivesse igual, tão capaz de ainda estar inteiro, mesmo depois de tantos consertos mal feitos. Tão pequeno pra tanto, mas tão grande pra todos. O meu coração, acho, suporta tudo!
Ainda não cansado de bater por causas perdidas, derramado em lágrimas inevitáveis e acolhido por sorrisos mentirosos. Pobre rejeitado, tão frágil e enganável. Sentido, guardando dentro de si o seu e o do outro. Como se apenas uma dor não fosse o suficiente.
Bombeando vagamente em um ritmo involuntário e doído, mas não que esteja partido, apenas cansado de tantas lutas perdidas. Solitário! Tão igual a qualquer outro, mas tão único, daqueles que nunca mais se encontrará igual.
Suicida em suas tendências, finito, mas tão valente pra aguentar um pouco mais, tão corajoso pra esconder toda a dor e continuar seu trabalho como se tudo estivesse igual, tão capaz de ainda estar inteiro, mesmo depois de tantos consertos mal feitos. Tão pequeno pra tanto, mas tão grande pra todos. O meu coração, acho, suporta tudo!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Volte?
Queria que você me visse agora, até que se prove o contrário, recuperada.
Cantando músicas que nada tem em comum com a minha tragédia ou com o futuro que poderíamos ter tido juntos...
Meus olhos, já secos, refletem a esperança que eu tenho de um futuro calmo e sem você, e os braços abertos para sentir a brisa quente que o seu fantasma me impedia de conhecer.
Bem, de qualquer modo, ainda bem que você não está aqui para presenciar isso.
E lá se vai mais uma das minhas - muitas - contradições!
Cantando músicas que nada tem em comum com a minha tragédia ou com o futuro que poderíamos ter tido juntos...
Meus olhos, já secos, refletem a esperança que eu tenho de um futuro calmo e sem você, e os braços abertos para sentir a brisa quente que o seu fantasma me impedia de conhecer.
Bem, de qualquer modo, ainda bem que você não está aqui para presenciar isso.
E lá se vai mais uma das minhas - muitas - contradições!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
#1
É muito fácil fazer eu me apaixonar; eu sou boba, me apaixono por olhares, sorrisos, gentilezas... Qualquer coisa que seja direcionada a mim e eu interprete como algo mais.
O difícil mesmo é me manter apaixonada. Paixonites só duram, no máximo, poucas semanas, as minhas geralmente duram menos. Eu me canso de tudo, sempre, até de mim mesma.
Eu me enjôo fácil das coisas, os olhares começam a perder o brilho e logo eu estou enxergando sorrisos diferentes daqueles que fizeram eu me apaixonar. E de repente eu já não quero mais, quero fingir que nada aconteceu. Assim como aconteceu, tão do nada, desaconteceu, acabou-se. Passou!
É passageiro, tudo passa, sempre passa, não importa o tempo que leve.
Então, eu não admiro aqueles que conseguem conquistar várias em apenas um dia, mas sim aquele que conquista, todos os dias, a mesma!
O difícil mesmo é me manter apaixonada. Paixonites só duram, no máximo, poucas semanas, as minhas geralmente duram menos. Eu me canso de tudo, sempre, até de mim mesma.
Eu me enjôo fácil das coisas, os olhares começam a perder o brilho e logo eu estou enxergando sorrisos diferentes daqueles que fizeram eu me apaixonar. E de repente eu já não quero mais, quero fingir que nada aconteceu. Assim como aconteceu, tão do nada, desaconteceu, acabou-se. Passou!
É passageiro, tudo passa, sempre passa, não importa o tempo que leve.
Então, eu não admiro aqueles que conseguem conquistar várias em apenas um dia, mas sim aquele que conquista, todos os dias, a mesma!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Se o fim não foi passional, nunca a chame de ótima amiga!
Bem... O lance é que eu não gosto de me comprometer com as pessoas, ainda mais quando parecia que elas só se envolviam para ter algo o que cobrar no futuro.
Eu havia me comprometido com Ben, eu havia cedido um espaço da minha vida para ele, havia cedido um espaço até na minha cômoda - ele precisava desse espaço pra abrigar as coisas que esquecia em minha casa, o que acontecia sempre que ele ia lá.
E o que o infeliz - pra não dizer coisa pior - fez? Me trocou por uma loira que não sabe nem aonde se encontra seu umbigo, quem dirá o piercing que deveria estar nele.
Pois é, totalmente inacreditável... Inacreditável por que eu ainda não disse que havia concordado em manter uma amizade, mesmo depois do fim do namoro de quase dois anos.
Ok, agora eu disse. Mas é que ele conseguiu me levar com o papo de "não quero perder sua amizade, passamos bons momentos juntos, blá blá blá!"
Não me julgue... Ele tem uma influência muito grande sobre mim, ele foi meu primeiro namorado, meu primeiro amor... Minha primeira real decepção. Mas sua presença era reconfortante, seu perfume inebriente... Ele foi tudo o que eu sempre quis.
O problema nisso tudo era ele ter entendido "auto-ajuda" ao invés de "amizade" - entre aspas mesmo. Qual é, eu sou uma ex recentemente destruída e em processo de ganhar alguns quilos com potes de sorevete. Tudo o que queria era um tempo. Mas o cara me aparece aqui em casa chorando por causa da loira sem senso de direção apenas duas semanas depois de dizer que não aguentava mais a mentira que eu o estava fazendo viver. Please!
-Foi assim que você se sentiu quando eu te deixei?
Eu não entendia muito o que ele falava em meio a todo o choro, língua embolada, drama e acusações do mundo estar contra ele. Só sabia que ele havia visto a tal loira dando uns pegas em algum amigo esquisito dele. Ben sempre fora demasiado dramático e terrivelmente fresco. E suas companhias sempre foram horríveis, havia cansado de avisar isso pra ele.
-Como você está se sentindo?
Eu não me sentia muito à vontade em ter esse tipo de conversa com ele apenas duas semanas depois de ter meu sonho de casamento destruído. E eu estava dividida nesse momento: Metade de mim estava feliz em tê-lo frágil em minha casa, tomando o chocolate quente que eu havia preparado. A outra metade queria socá-lo por ter interrompido meu tempo de recuperação e aceitação, ter invadido meu espaço e ainda estar tomando meu delicioso chocolate quente.
-Como se ninguém no mundo gostasse de mim.
Ben fungou e quase se engasgou com o conteúdo da xícara do Bob Esponja.
-Eu me senti pior, então. Senti que você não gostava de mim. E quando eu estava com você, o mundo não me interessava. Tivemos uma relação de dois anos, você estava trocando saliva e bactérias com essa senhorita por duas semanas. Não há o que comparar!
Sim, eu estava muito brava. Muito brava! Teria sido melhor pra ele se ele não tivesse tocado nesse assunto e me feito falar algumas coisas que toda ex machucada tem vontade de falar para o ex namorado quando eles mal terminam e o cretino já está com outra. Ainda bem que eu era uma pessoa da paz e nada agressiva. Céus, então por que essa vontade de apontar um dedo na cara dele e rir como uma louca, gritando "bem feito"?
O silêncio reinou por um bom tempo, reinou entre aspas, porque ele fungava e dizia coisas nada agradáveis sobre a "outra pessoa em questão". Eu me perguntava se ele não iria embora pra eu poder, enfim, rir e chorar ao mesmo tempo e me entupir de porcarias gordurosas pra me arrepender no dia seguinte e ter que gastar meu salário em uma academia depois.
-Obrigado por me ouvir. Você é uma ótima amiga.
Se levantou de repente e me abraçou desajeitado, colocando a xícara vazia em cima da mesinha e bagunçando meu cabelo, como se eu fosse um cachorrinho com a língua pra fora esperando carinho do dono.
Eu nada disse, fiquei imóvel no sofá e ouvi a porta da sala sendo manuseada, enquanto ele desaparecia da minha residência e deixava o rastro de seu perfume no ar.
-Amiga. Ótima amiga!
Resmunguei comigo mesma, fazendo uma careta em seguida e ignorando minha cozinha abarrotada de sorvete, chocolate, lasanha pré pronta e afins, indo em direção ao meu quarto.
Sabe, de repente me deu uma vontade de jogar fora todas as coisas que ele havia esquecido na minha casa e que estavam na gaveta da minha cômoda esperando para serem devolvidas!
Eu havia me comprometido com Ben, eu havia cedido um espaço da minha vida para ele, havia cedido um espaço até na minha cômoda - ele precisava desse espaço pra abrigar as coisas que esquecia em minha casa, o que acontecia sempre que ele ia lá.
E o que o infeliz - pra não dizer coisa pior - fez? Me trocou por uma loira que não sabe nem aonde se encontra seu umbigo, quem dirá o piercing que deveria estar nele.
Pois é, totalmente inacreditável... Inacreditável por que eu ainda não disse que havia concordado em manter uma amizade, mesmo depois do fim do namoro de quase dois anos.
Ok, agora eu disse. Mas é que ele conseguiu me levar com o papo de "não quero perder sua amizade, passamos bons momentos juntos, blá blá blá!"
Não me julgue... Ele tem uma influência muito grande sobre mim, ele foi meu primeiro namorado, meu primeiro amor... Minha primeira real decepção. Mas sua presença era reconfortante, seu perfume inebriente... Ele foi tudo o que eu sempre quis.
O problema nisso tudo era ele ter entendido "auto-ajuda" ao invés de "amizade" - entre aspas mesmo. Qual é, eu sou uma ex recentemente destruída e em processo de ganhar alguns quilos com potes de sorevete. Tudo o que queria era um tempo. Mas o cara me aparece aqui em casa chorando por causa da loira sem senso de direção apenas duas semanas depois de dizer que não aguentava mais a mentira que eu o estava fazendo viver. Please!
-Foi assim que você se sentiu quando eu te deixei?
Eu não entendia muito o que ele falava em meio a todo o choro, língua embolada, drama e acusações do mundo estar contra ele. Só sabia que ele havia visto a tal loira dando uns pegas em algum amigo esquisito dele. Ben sempre fora demasiado dramático e terrivelmente fresco. E suas companhias sempre foram horríveis, havia cansado de avisar isso pra ele.
-Como você está se sentindo?
Eu não me sentia muito à vontade em ter esse tipo de conversa com ele apenas duas semanas depois de ter meu sonho de casamento destruído. E eu estava dividida nesse momento: Metade de mim estava feliz em tê-lo frágil em minha casa, tomando o chocolate quente que eu havia preparado. A outra metade queria socá-lo por ter interrompido meu tempo de recuperação e aceitação, ter invadido meu espaço e ainda estar tomando meu delicioso chocolate quente.
-Como se ninguém no mundo gostasse de mim.
Ben fungou e quase se engasgou com o conteúdo da xícara do Bob Esponja.
-Eu me senti pior, então. Senti que você não gostava de mim. E quando eu estava com você, o mundo não me interessava. Tivemos uma relação de dois anos, você estava trocando saliva e bactérias com essa senhorita por duas semanas. Não há o que comparar!
Sim, eu estava muito brava. Muito brava! Teria sido melhor pra ele se ele não tivesse tocado nesse assunto e me feito falar algumas coisas que toda ex machucada tem vontade de falar para o ex namorado quando eles mal terminam e o cretino já está com outra. Ainda bem que eu era uma pessoa da paz e nada agressiva. Céus, então por que essa vontade de apontar um dedo na cara dele e rir como uma louca, gritando "bem feito"?
O silêncio reinou por um bom tempo, reinou entre aspas, porque ele fungava e dizia coisas nada agradáveis sobre a "outra pessoa em questão". Eu me perguntava se ele não iria embora pra eu poder, enfim, rir e chorar ao mesmo tempo e me entupir de porcarias gordurosas pra me arrepender no dia seguinte e ter que gastar meu salário em uma academia depois.
-Obrigado por me ouvir. Você é uma ótima amiga.
Se levantou de repente e me abraçou desajeitado, colocando a xícara vazia em cima da mesinha e bagunçando meu cabelo, como se eu fosse um cachorrinho com a língua pra fora esperando carinho do dono.
Eu nada disse, fiquei imóvel no sofá e ouvi a porta da sala sendo manuseada, enquanto ele desaparecia da minha residência e deixava o rastro de seu perfume no ar.
-Amiga. Ótima amiga!
Resmunguei comigo mesma, fazendo uma careta em seguida e ignorando minha cozinha abarrotada de sorvete, chocolate, lasanha pré pronta e afins, indo em direção ao meu quarto.
Sabe, de repente me deu uma vontade de jogar fora todas as coisas que ele havia esquecido na minha casa e que estavam na gaveta da minha cômoda esperando para serem devolvidas!
domingo, 26 de dezembro de 2010
Ontem foi Natal...
Ontem foi Natal, coisinha mais tchuca o Natal... Aiai!
É, eu não gosto muito do Natal! Não o quanto eu costumava gostar quando eu era menor.
É uma comemoração interessante, gosto de observar as pessoas nessa época, elas meio que se transformam... E parece que a maioria delas se esquece de que o Natal nada mais é do que o dia em que o Menino Jesus nasceu, não um dia comercial onde as pessoas gastam seus salários de um modo aberto. Apesar de eu não ser ninguém para recusar presentes, não é?
Falando em presentes, todos os meus vieram antes e vêem todos os dias, quando eu acordo e percebo que as pessoas que eu amo ainda estão comigo.
Em pensar que eu passei a virada do Natal de 2008 e de 2009 assistindo os especiais dos Simpsons e dos Pinguins de Madasgar no canal aberto! Em pensar que o ano está querendo acabar de novo, assim como fez em todos os 2010 anos anteriores. É estranha, essa incerteza. Não lido bem com ela, não sei lidar muito bem com o novo como um todo. Mas acho que isso já é coisa para se falar no ano novo!
Enfim, que todos tenham tido um Feliz Natal, o meu foi bom, e que aproveitem essa última semana desse ano confuso que foi 2010 para fazerem coisas que ainda podem fazer esse ano!
Eu sou uma dessas pessoas, dependendo de como meu plano funcionar, alguns assuntos inacabados não farão parte do meu 2011 e que assim seja!
É, eu não gosto muito do Natal! Não o quanto eu costumava gostar quando eu era menor.
É uma comemoração interessante, gosto de observar as pessoas nessa época, elas meio que se transformam... E parece que a maioria delas se esquece de que o Natal nada mais é do que o dia em que o Menino Jesus nasceu, não um dia comercial onde as pessoas gastam seus salários de um modo aberto. Apesar de eu não ser ninguém para recusar presentes, não é?
Falando em presentes, todos os meus vieram antes e vêem todos os dias, quando eu acordo e percebo que as pessoas que eu amo ainda estão comigo.
Em pensar que eu passei a virada do Natal de 2008 e de 2009 assistindo os especiais dos Simpsons e dos Pinguins de Madasgar no canal aberto! Em pensar que o ano está querendo acabar de novo, assim como fez em todos os 2010 anos anteriores. É estranha, essa incerteza. Não lido bem com ela, não sei lidar muito bem com o novo como um todo. Mas acho que isso já é coisa para se falar no ano novo!
Enfim, que todos tenham tido um Feliz Natal, o meu foi bom, e que aproveitem essa última semana desse ano confuso que foi 2010 para fazerem coisas que ainda podem fazer esse ano!
Eu sou uma dessas pessoas, dependendo de como meu plano funcionar, alguns assuntos inacabados não farão parte do meu 2011 e que assim seja!
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Não conheço mais!
E agora está tão diferente do que já esteve antes, não conheço mais.
Sei dos desejos e busco entender as vontades passageiras do rosto mascarado que vejo refletido no espelho.
Tão diferente, tão longe do que já fora antes com tanto êxito em fazer acreditar em o que quer que dissesse ou de como era fácil convencer com os gestos.
Não que antes fosse mais afável e costumasse discutir sobre coisas mundanas com qualquer estranho, ou que fosse sequer melhor antes, não. Acho que não!
Não conheço mais.
Gostaria de poder ignorar todas as vezes que me convenceu de que ainda era o mesmo, gostaria de ignorar todas as vezes em que acreditei e caí.
Em algum lugar da maior das quedas, está o que pretende continuar escondendo, esperando para ser achado e se revelar. Não creio que será muito agradável!
Sei dos desejos e busco entender as vontades passageiras do rosto mascarado que vejo refletido no espelho.
Tão diferente, tão longe do que já fora antes com tanto êxito em fazer acreditar em o que quer que dissesse ou de como era fácil convencer com os gestos.
Não que antes fosse mais afável e costumasse discutir sobre coisas mundanas com qualquer estranho, ou que fosse sequer melhor antes, não. Acho que não!
Não conheço mais.
Gostaria de poder ignorar todas as vezes que me convenceu de que ainda era o mesmo, gostaria de ignorar todas as vezes em que acreditei e caí.
Em algum lugar da maior das quedas, está o que pretende continuar escondendo, esperando para ser achado e se revelar. Não creio que será muito agradável!
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
É só sonhar de novo
Eu ouvi seu barulho no silêncio,
vi seus olhos brilharem em meio à escuridão
Que se fazia ao redor das palavras não ditas
Beijei seus lábios mas nada tinha para me segurar
Caí e quebrei as ideias que havia guardado
para pintar algumas folhas em branco
Não doeu, na verdade
É só pensar de novo
É só sonhar de novo!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Here we go again!!
Ok, o que eu posso dizer sobre essa foto??
Não, essa coisinha fofinha que eu estou segurando não é a Cookie. Repare que ela é fofinha, pequenininha e tem rabo.]
Nós demos a Cookie embora, pra poder ficar com essa, que era mais bonitinha.
Ok, quem me conhece sabe que eu jamais faria algo assim!
Enfim,a Cookie tá aqui em casa e essa daí também, ela se chama Kate, em homenagem à nova música do CD Above the Noise (já comentei que não ligo em ser tosca??) e quando a vi pela primeira vez foi amor à primeira vista! As duas são da mesma raça, mas a Cookie custou caro porque é Fox Paulistinha com Pincher (?)(acho que escrevi errado) e a Kate é Fox P. com S.R.D.¹ então foi de graça!
Eu passava pelo pet-shopping aqui perto de casa e ouvi um cachorrinho gritando, resolvi me aproximar pra ver o que acontecia e aconteceu que eu me apaixonei (eu me apaixono tão fácil por cada coisa, maldita adolescência ¬¬) pela cachorrinha sozinha na gaiolinha. Me aproximei mais e tive que colocar meus dedinhos nela, pra fazer carinho. Dois minutos depois, tive que ir e ouvir a filhotinha gritando quando eu fui embora (sim, dava pra ouvir da calçada) partiu meu coração. Fui chorando pela rua do estabelecimento até a casa da minha avó, que era uns dois quarterões e meio de distância (não ligo em ser tosca +1).
Hoje, quinta feira, minha mãe voltou lá e a trouxe pra casa, pra fazer um teste, já que temos outra cachorrinha aqui. A Cookie, a "dona" da casa, a chata, a que não interage, a que não gosta de ninguém muito menos de mim, estranhou e ficou de cuzisse, mas não mordeu e nem latiu na pequenininha. Então, como eu dou nome até para coisas inanimadas (Godofredo <3) e gostei muito de iF U C Kate, eu resolvi chamá-la de Kate, porque também não pensei em um nome melhor. Ela está dormindo lá fora, nesse momento, numa caminha improvisada ao lado da casinha da Cookie e eu realmente espero que ela não lata e nem chore, porque se ela incomodar meus vizinhos fdps, ela vai ter que ir embora e eu realmente iria ficar triste se ela fosse embora, uma vez que me apego muito fácil à animais. Quero só ver se formos mantê-la e meu pai voltar de São Paulo e vê-la aqui, o tamanho da surpresa que ele terá. Divertido!
"Ohana quer dizer família. Família quer dizer nunca mais abandonar, ou esquecer!"
¹ - Sem raça definida.
domingo, 31 de outubro de 2010
Começa hoje!
Hoje eu percebi que não posso falar de sorrisos que não são meus, que não posso chorar as lágrimas de dor de alguma outra pessoa, que não posso ter fotos de coisas que nunca vivi.
Eu não posso sumir quando quiser e reaparecer em seguida, não posso voltar no tempo e mudar o que já fiz e decidi, não posso esquecer sem lembrar e nem lembrar de esquecer.
Eu não posso sonhar acordada e realizar enquanto durmo, não posso viver sem sentir e nem sentir sem viver, não posso chorar sem ter motivo e quase não posso escolher. Às vezes mal posso dizer o que sinto ou confidenciar se me importo ou não.
Eu não posso dizer que amo sem conhecer e não posso sorrir querendo chorar ou talvez, até mesmo, esconder. Eu não posso conhecer um lugar sem ter estado lá, não posso querer comer quando meu estômago nem chegou a roncar e não posso querer só pra mim, quando nem chegou algum dia, a me pertencer.
Eu não posso fazer tantas coisas, não posso voltar atrás e fazer de novo e nem mudar o que já fiz, não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo, talvez nem possa amar e odiar ao mesmo tempo, mas eu faço. Eu faço tudo o que não posso, podendo ou não.
Eu me imaginava imensa tendo como base aquela frase que diz que "o céu é o limite!" , mas só me libertei quando descobri que "O céu é só o começo!".
Então, sabe aquilo tudo que eu percebi hoje? Tudo aquilo que eu não podia fazer? Só me serviu pra ver que, às vezes, algumas coisas não devem ser levadas tão ao pé da letra. Meu começo começa agora! ;)
Eu não posso sumir quando quiser e reaparecer em seguida, não posso voltar no tempo e mudar o que já fiz e decidi, não posso esquecer sem lembrar e nem lembrar de esquecer.
Eu não posso sonhar acordada e realizar enquanto durmo, não posso viver sem sentir e nem sentir sem viver, não posso chorar sem ter motivo e quase não posso escolher. Às vezes mal posso dizer o que sinto ou confidenciar se me importo ou não.
Eu não posso dizer que amo sem conhecer e não posso sorrir querendo chorar ou talvez, até mesmo, esconder. Eu não posso conhecer um lugar sem ter estado lá, não posso querer comer quando meu estômago nem chegou a roncar e não posso querer só pra mim, quando nem chegou algum dia, a me pertencer.
Eu não posso fazer tantas coisas, não posso voltar atrás e fazer de novo e nem mudar o que já fiz, não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo, talvez nem possa amar e odiar ao mesmo tempo, mas eu faço. Eu faço tudo o que não posso, podendo ou não.
Eu me imaginava imensa tendo como base aquela frase que diz que "o céu é o limite!" , mas só me libertei quando descobri que "O céu é só o começo!".
Então, sabe aquilo tudo que eu percebi hoje? Tudo aquilo que eu não podia fazer? Só me serviu pra ver que, às vezes, algumas coisas não devem ser levadas tão ao pé da letra. Meu começo começa agora! ;)
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Amar é inegável!
Amar é inegável, amar é absurdo e torturante. Amar é perdoar e dar tudo de si para alguém que você nem sabe se vai devolver 10% do que você deu.
Amar é inegável, amar é impossível, amar é automático, amar é a convivência, amar é à primeira vista, amar é único, amar é fácil, amar é esquecer e lembrar, amar é intenso, amar pode ser da boca pra fora, amar é tudo o que se espera, amar é no que se acredita, amar é sinonimo de alma limpa e até de mentira, amar é demonstrar, amar é dizer e amar é acreditar. Amar é saber amar, amar é nunca abandonar, ou fingir abandonar, mas só esquecer momentaneamente.
Amar é a verdade do mundo, amar é o que o mundo é incapaz, amar sei eu e sabe você, sabemos nós, mas não sabe ninguém. Amar é aquilo que se diz ou o que se faz, mas não o que se sabe.
Amar irei quando te encontrar, amar irei quando te deixarei ir, amarei até não lembrar, ou até doer. Amar é até a alma, amar é no fundo, amar pode ser superficial, amar dói, amar é não ter medo de cair, amar é não precisar cair, mas ralar o joelho de vez em quando.
Amar no escuro, amar ao nascer do sol, só amar, amar quando está lá e quando não está. Amar pra sempre, amar só por uma noite.
Amar já ouvi em algumas músicas, amar li em livros com finais felizes, amar é como algodão-doce, muito doce!
Amar é inegável, amar já sei na teoria, mas para amar alguém, preciso de prática, na prática não sei amar, mesmo sabendo que amar é inegável, nada sei sobre amar!
Amar é inegável, amar é impossível, amar é automático, amar é a convivência, amar é à primeira vista, amar é único, amar é fácil, amar é esquecer e lembrar, amar é intenso, amar pode ser da boca pra fora, amar é tudo o que se espera, amar é no que se acredita, amar é sinonimo de alma limpa e até de mentira, amar é demonstrar, amar é dizer e amar é acreditar. Amar é saber amar, amar é nunca abandonar, ou fingir abandonar, mas só esquecer momentaneamente.
Amar é a verdade do mundo, amar é o que o mundo é incapaz, amar sei eu e sabe você, sabemos nós, mas não sabe ninguém. Amar é aquilo que se diz ou o que se faz, mas não o que se sabe.
Amar irei quando te encontrar, amar irei quando te deixarei ir, amarei até não lembrar, ou até doer. Amar é até a alma, amar é no fundo, amar pode ser superficial, amar dói, amar é não ter medo de cair, amar é não precisar cair, mas ralar o joelho de vez em quando.
Amar no escuro, amar ao nascer do sol, só amar, amar quando está lá e quando não está. Amar pra sempre, amar só por uma noite.
Amar já ouvi em algumas músicas, amar li em livros com finais felizes, amar é como algodão-doce, muito doce!
Amar é inegável, amar já sei na teoria, mas para amar alguém, preciso de prática, na prática não sei amar, mesmo sabendo que amar é inegável, nada sei sobre amar!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Mal podia acreditar no cheiro que sentia; cheiro de coisa nova, de sonho realizado. E era esse cheiro que ela sentia quando inspirava aquele ar gélido de fim de outono pra dentro de seu corpo, como se dependesse daquilo para viver.
Se achara ridícula por estar usando todas aquelas roupas de frio no embarque, mas foi no desembarque que entendeu que sem aquilo tudo em seu corpo, estaria congelando.
Um vento razoavelmente forte soprou e levou seus cabelos claros para a frente de seu rosto, bagunçando-os e dedilhando por entre os fios. Se sentiu mais viva do que jamais se sentira na vida inteira. Era maravilhosa a sensação.
Talvez alguém que passasse ao seu lado, lhe devesse beliscar, talvez assim acreditaria com mais fé que era verdade, que estava finalmente na cidade que nunca dorme. The Big Apple!
Deu um lento giro de 360°, absorvendo os detalhes tão diferentes do lugar onde se encontrava: Parecia que havia deixado a Terra e estava em algum outro mundo onde desejara estar por tantos incontáveis anos. Tinha agora tudo o que já havia sonhado.
Olhou para o mapa que se encontrava em suas mãos e o virou e revirou algumas vezes, era boa com cálculos, mas com os mapas era quase uma catástrofe. Andou um pouco, depois de identificar a posição certa do mapa, e virou uma esquina, dando de cara com uma placa que dizia "Seventh Avenue". Olhou pro mapa mais uma vez, novamente para a placa e depois para frente: Era lá!
Ali, bem no meio de uma fortaleza de arranha-céus estava o Central Park de que tanto falava. Um sorriso digno de comerciais de pasta de dentes se formou imponente em seu rosto, quase rasgando suas bochechas rosadas e frias, e ela correu contra o vento - sem se importar com o frio que lhe cortava - na direção do que ela sabia que lhe esperava. Era perfeito, era melhor do que imaginava!
Vamos ser sinceros, todo mundo ama Nova York!
"New York, New York
Se achara ridícula por estar usando todas aquelas roupas de frio no embarque, mas foi no desembarque que entendeu que sem aquilo tudo em seu corpo, estaria congelando.
Um vento razoavelmente forte soprou e levou seus cabelos claros para a frente de seu rosto, bagunçando-os e dedilhando por entre os fios. Se sentiu mais viva do que jamais se sentira na vida inteira. Era maravilhosa a sensação.
Talvez alguém que passasse ao seu lado, lhe devesse beliscar, talvez assim acreditaria com mais fé que era verdade, que estava finalmente na cidade que nunca dorme. The Big Apple!
Deu um lento giro de 360°, absorvendo os detalhes tão diferentes do lugar onde se encontrava: Parecia que havia deixado a Terra e estava em algum outro mundo onde desejara estar por tantos incontáveis anos. Tinha agora tudo o que já havia sonhado.
Olhou para o mapa que se encontrava em suas mãos e o virou e revirou algumas vezes, era boa com cálculos, mas com os mapas era quase uma catástrofe. Andou um pouco, depois de identificar a posição certa do mapa, e virou uma esquina, dando de cara com uma placa que dizia "Seventh Avenue". Olhou pro mapa mais uma vez, novamente para a placa e depois para frente: Era lá!
Ali, bem no meio de uma fortaleza de arranha-céus estava o Central Park de que tanto falava. Um sorriso digno de comerciais de pasta de dentes se formou imponente em seu rosto, quase rasgando suas bochechas rosadas e frias, e ela correu contra o vento - sem se importar com o frio que lhe cortava - na direção do que ela sabia que lhe esperava. Era perfeito, era melhor do que imaginava!
Vamos ser sinceros, todo mundo ama Nova York!
"New York, New York
I want to wake up
In a city that never sleeps
And find I'm a number one, top of the list
King of the hill, a number one"
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Eu não gosto de jogos, nunca gostei.
No começo eu tinha um amor platônico pelo meu vizinho e tudo o que ele podia me oferecer era uma queda de jogo de torrinha, já que apenas ele tinha o tabuleiro. E eu dava essa desculpa pra passar mais tempo com ele. E eu acho que ele gostava mais do meu playstation 1 do que de mim!
Agora, no atual momento, estou encrencada. Estava jogando com um cara, mas acabei me apaixonando. Parei de jogar na hora, levantei bandeira branca, mas ele não. Parece que o seu incentivo para vitória, foi justamente meu desarmamento; E ele ganhou!
Ele me tinha indefesa na palma de sua mão. Pois bem, ninguém gosta de maus perdedores, ele não gostava de mim. Mas disse que gostava, só pra ter vantagem.
Quando eu abandonei o jogo, cansada de ter as causas da derrota jogadas na minha cara, e achei um jogador aparentemente menos cruel para brincar, o grande vitorioso resolveu querer seu prêmio, mas eu já não estava assim tão disponível e ele não aceitou o "the winner takes it all" e resolveu dar uma de bicha ofendida, me ignorando. Querido, nem adianta me dizer que tem Uno, não jogo mais nada com você!
Odeio, repito ODEIO jogos!!
No começo eu tinha um amor platônico pelo meu vizinho e tudo o que ele podia me oferecer era uma queda de jogo de torrinha, já que apenas ele tinha o tabuleiro. E eu dava essa desculpa pra passar mais tempo com ele. E eu acho que ele gostava mais do meu playstation 1 do que de mim!
Agora, no atual momento, estou encrencada. Estava jogando com um cara, mas acabei me apaixonando. Parei de jogar na hora, levantei bandeira branca, mas ele não. Parece que o seu incentivo para vitória, foi justamente meu desarmamento; E ele ganhou!
Ele me tinha indefesa na palma de sua mão. Pois bem, ninguém gosta de maus perdedores, ele não gostava de mim. Mas disse que gostava, só pra ter vantagem.
Quando eu abandonei o jogo, cansada de ter as causas da derrota jogadas na minha cara, e achei um jogador aparentemente menos cruel para brincar, o grande vitorioso resolveu querer seu prêmio, mas eu já não estava assim tão disponível e ele não aceitou o "the winner takes it all" e resolveu dar uma de bicha ofendida, me ignorando. Querido, nem adianta me dizer que tem Uno, não jogo mais nada com você!
Odeio, repito ODEIO jogos!!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
É engraçado, mas conforme crescemos, o tempo parece sempre passar mais rápido.
Uma vez alguém me disse, porém, que o tempo sempre é o mesmo, o que aumenta são as nossas responsabilidades, são todas aquelas coisas que precisamos fazer e que antes não precisávamos.
Se antes pintávamos, corríamos, brincávamos, nos divertíamos e ainda sobrava tempo, hoje temos que decidir o que é prioridade. E o mais legal (¬¬' ,a ironia é uma arte!) é que sempre damos prioridade para as coisas erradas!
Onde foi parar o tempo bom, que não volta? Onde crianças eram só crianças e idiotas não se apaixonavam... Onde eu era feliz e nem ao menos sabia.
Godofredo <3'
Uma vez alguém me disse, porém, que o tempo sempre é o mesmo, o que aumenta são as nossas responsabilidades, são todas aquelas coisas que precisamos fazer e que antes não precisávamos.
Se antes pintávamos, corríamos, brincávamos, nos divertíamos e ainda sobrava tempo, hoje temos que decidir o que é prioridade. E o mais legal (¬¬' ,a ironia é uma arte!) é que sempre damos prioridade para as coisas erradas!
Onde foi parar o tempo bom, que não volta? Onde crianças eram só crianças e idiotas não se apaixonavam... Onde eu era feliz e nem ao menos sabia.
Godofredo <3'
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Vidas... Pessoas caminhando em direção ao nada, sem saber onde chegar ou até mesmo de onde vêm. Vidas tortas que se entrelaçam, cruzam, separam ou nem se tocam.
As coisas acontecem comigo, e muitas vezes as pessoas não sabem o que dizer pra mim. Isso é bom, muitas vezes eu não quero ouvir nada, pois eu, muitas vezes, não consigo acreditar em nada. De qualquer jeito, as experiências que eu tive, me mostraram que tudo o que as pessoas são capazes de fazer é mentir... Mentir para si mesmas e para os outros.
Eu acredito em destino, acredito que as coisas estão predestinadas a acontecer... Acho que tudo o que temos é tudo o que devemos ter e é assim que devemos viver, porque reclamar nunca vai servir de nada.
Cansei de cobrar coisas das pessoas, elas são só humanas, e errar é humano, acho que isso é uma coisa normal no fim das contas. Tipo, elas são humanas, eu sou humana, eu erro; então isso é o que todas as outras seis bilhões além de mim devem fazer também, não??
Mas tudo bem, eu também acredito em acaso. Você está entediada no banco e de repente aparece um cara gatinho para se sentar na poltrona ao lado, isso não significa que ele vai pedir seu msn do nada e depois te pedir em casamento. Esse é um verdadeiro exemplo de coisa aleatória que não significa nada, possivelmente.
Eu também acredito em mim, sério, acredito que eu posso ser mais forte do que as pessoas acreditam que eu sou, eu faço promessas à mim mesma e no final todas caem por terra, mas ninguém sabe daquelas que eu cumpro, ninguém sabe o que se passa na minha mente quando eu não estou com a boca aberta, disparando palavras inúteis, ninguém sabe com o que eu sonho à noite...
Minha vida anda parada, monótona, como sempre, eu achei que depois dos acontecimentos, ela iria melhorar, mas parece que tudo só piorou, então eu vou dar um jeito das coisas voltaram ao normal... Outra coisa que ninguém sabe sobre mim, ou quase ninguém, é que eu sempre dou meu jeito pra tudo, não interessa o que isso custe, e no final eu sempre fico satisfeita, sempre! É o que dizem: "depois da tempestade, vem a bonança!"
E eu sempre me esqueço das mentiras, das dores, das lágrimas e das coisas que eu deixei pra trás, no fim nada me importa, só me importa escrever coisas sem sentido e postar no meu blog fálido, pra dar uma incrementada na minha própria decadência, mas eu não estou reclamando!
As coisas acontecem comigo, e muitas vezes as pessoas não sabem o que dizer pra mim. Isso é bom, muitas vezes eu não quero ouvir nada, pois eu, muitas vezes, não consigo acreditar em nada. De qualquer jeito, as experiências que eu tive, me mostraram que tudo o que as pessoas são capazes de fazer é mentir... Mentir para si mesmas e para os outros.
Eu acredito em destino, acredito que as coisas estão predestinadas a acontecer... Acho que tudo o que temos é tudo o que devemos ter e é assim que devemos viver, porque reclamar nunca vai servir de nada.
Cansei de cobrar coisas das pessoas, elas são só humanas, e errar é humano, acho que isso é uma coisa normal no fim das contas. Tipo, elas são humanas, eu sou humana, eu erro; então isso é o que todas as outras seis bilhões além de mim devem fazer também, não??
Mas tudo bem, eu também acredito em acaso. Você está entediada no banco e de repente aparece um cara gatinho para se sentar na poltrona ao lado, isso não significa que ele vai pedir seu msn do nada e depois te pedir em casamento. Esse é um verdadeiro exemplo de coisa aleatória que não significa nada, possivelmente.
Eu também acredito em mim, sério, acredito que eu posso ser mais forte do que as pessoas acreditam que eu sou, eu faço promessas à mim mesma e no final todas caem por terra, mas ninguém sabe daquelas que eu cumpro, ninguém sabe o que se passa na minha mente quando eu não estou com a boca aberta, disparando palavras inúteis, ninguém sabe com o que eu sonho à noite...
Minha vida anda parada, monótona, como sempre, eu achei que depois dos acontecimentos, ela iria melhorar, mas parece que tudo só piorou, então eu vou dar um jeito das coisas voltaram ao normal... Outra coisa que ninguém sabe sobre mim, ou quase ninguém, é que eu sempre dou meu jeito pra tudo, não interessa o que isso custe, e no final eu sempre fico satisfeita, sempre! É o que dizem: "depois da tempestade, vem a bonança!"
E eu sempre me esqueço das mentiras, das dores, das lágrimas e das coisas que eu deixei pra trás, no fim nada me importa, só me importa escrever coisas sem sentido e postar no meu blog fálido, pra dar uma incrementada na minha própria decadência, mas eu não estou reclamando!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Sim, eu sei...
sábado, 10 de julho de 2010
Instruções
1. Pegue o livro mais próximo de você;
2. Abra o livro na página 23;
3. Ache a quinta frase;
4. Poste o texto em seu blog junto com estas instruções.
"Viu um homem com os estigmas da paixão de Cristo, cujas mãos e pés sangraram na Sexta-Feira Santa." Stephen King - A Hora do Vampiro
2. Abra o livro na página 23;
3. Ache a quinta frase;
4. Poste o texto em seu blog junto com estas instruções.
"Viu um homem com os estigmas da paixão de Cristo, cujas mãos e pés sangraram na Sexta-Feira Santa." Stephen King - A Hora do Vampiro
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