Talvez eu seja uma hipérbole ambulante com mania de perseguição...
Mas quem é que pode me julgar, na verdade??
Uma coisa que eu abomino é a hipocrisia, e de repente eu percebo que o mundo todo está se tornando hipócrita, não é justo, devo dizer.
É, não quero acreditar, mas às vezes parece que 2012 não é apenas uma mera promessa!
sábado, 13 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Letter
Querido John,
Hoje enquanto ouvia Little Things, me lembrei de você e de como costumávamos nos divertir juntos, tocando guitarras imaginárias no ar, enquanto você dublava essa música olhando fundo em meus olhos. No fim da tarde, abríamos nosso Jack Daniels para momentos especiais e bebíamos até quase não lembrarmos nossos nomes e dizíamos que iríamos no lembrar um do outro, não importava aonde viéssemos a estar. Acordávamos no dia seguinte, jogados no tapete felpudo de minha casa, o rádio ligado sempre na mesma estação e quase sempre tocando a mesma música de bom dia enjoativa.
Mesmo cheirando a álcool, eu me lembro que você cheirava tão bem, como se acabasse de sair do banho, e sorria para mim, como se ressaca não fosse uma palavra existente em nosso mundo. Eu sempre mal humorada, você sempre me fazendo esquecer de tudo quando capturava meu olhar com seus olhos verdes, sempre tão lindos, em suas variações de tom devido à mudança do tempo.
Eu te fazia panquecas, daquele jeito que você mais gostava e depois de comermos rindo de nada, você se levantava, beijava minha testa e partia, prometendo voltar a noite, o que sempre fazia. Assistíamos filmes de ação na TV e cantávamos alguma música antes de você ter que ir embora mais uma vez.
Às vezes você estava ocupado demais, mas nunca pra mim, me lembro quando liguei chorando ao seu escritório, dizendo que Fred, meu peixinho dourado, havia morrido e você deu uma desculpa esfarrapada para escapar do trabalho e ir até minha casa, se entupir de Nutella(?) comigo. Por essas e outras era que eu te amava tanto.
Você me acostumou tão mal que, hoje em dia, mesmo depois de três meses de sua partida para Califórnia alegando que nossa amizade estava insustentável, ainda parece que a qualquer momento você chegará até a minha porta, a abrirá, usando a chave reserva que eu te dei, e dirá um sussurrado "surpresa", me envolverá em seus braços e beberemos Jack Daniels juntos mais uma vez... E então eu perceberei que você não mudou nada, só deixou a barba ficar rala o suficiente para roçar em minha bochecha, quando eu a encostar na sua. Eu farei panquecas, as suas preferidas e beberemos suco de laranja, enquanto tentamos não morrer engasgados rindo de nada. Você me abraçará, revelando nossa evidente diferença de tamanho e beijará minha testa, dizendo que nunca mais me deixará.
Convicções que eu não tenho, John, uma vez que nem um e-mail de "estou vivo" cheguei algum dia, dentro desses noventa em que você foi embora pra longe de mim, a receber, nada... Como se você nunca houvesse existido, como se você fosse uma criação minha. Se eu não tivesse nossas fotos, nem eu mesma acreditaria mais em mim. E é isso que mais dói, saber que algo tão real, já não é mais meu, e que talvez nunca tenha sido.
Esse é o adeus que eu nunca tive coragem de dizer... Adeus, meu querido John!
Hoje enquanto ouvia Little Things, me lembrei de você e de como costumávamos nos divertir juntos, tocando guitarras imaginárias no ar, enquanto você dublava essa música olhando fundo em meus olhos. No fim da tarde, abríamos nosso Jack Daniels para momentos especiais e bebíamos até quase não lembrarmos nossos nomes e dizíamos que iríamos no lembrar um do outro, não importava aonde viéssemos a estar. Acordávamos no dia seguinte, jogados no tapete felpudo de minha casa, o rádio ligado sempre na mesma estação e quase sempre tocando a mesma música de bom dia enjoativa.
Mesmo cheirando a álcool, eu me lembro que você cheirava tão bem, como se acabasse de sair do banho, e sorria para mim, como se ressaca não fosse uma palavra existente em nosso mundo. Eu sempre mal humorada, você sempre me fazendo esquecer de tudo quando capturava meu olhar com seus olhos verdes, sempre tão lindos, em suas variações de tom devido à mudança do tempo.
Eu te fazia panquecas, daquele jeito que você mais gostava e depois de comermos rindo de nada, você se levantava, beijava minha testa e partia, prometendo voltar a noite, o que sempre fazia. Assistíamos filmes de ação na TV e cantávamos alguma música antes de você ter que ir embora mais uma vez.
Às vezes você estava ocupado demais, mas nunca pra mim, me lembro quando liguei chorando ao seu escritório, dizendo que Fred, meu peixinho dourado, havia morrido e você deu uma desculpa esfarrapada para escapar do trabalho e ir até minha casa, se entupir de Nutella(?) comigo. Por essas e outras era que eu te amava tanto.
Você me acostumou tão mal que, hoje em dia, mesmo depois de três meses de sua partida para Califórnia alegando que nossa amizade estava insustentável, ainda parece que a qualquer momento você chegará até a minha porta, a abrirá, usando a chave reserva que eu te dei, e dirá um sussurrado "surpresa", me envolverá em seus braços e beberemos Jack Daniels juntos mais uma vez... E então eu perceberei que você não mudou nada, só deixou a barba ficar rala o suficiente para roçar em minha bochecha, quando eu a encostar na sua. Eu farei panquecas, as suas preferidas e beberemos suco de laranja, enquanto tentamos não morrer engasgados rindo de nada. Você me abraçará, revelando nossa evidente diferença de tamanho e beijará minha testa, dizendo que nunca mais me deixará.
Convicções que eu não tenho, John, uma vez que nem um e-mail de "estou vivo" cheguei algum dia, dentro desses noventa em que você foi embora pra longe de mim, a receber, nada... Como se você nunca houvesse existido, como se você fosse uma criação minha. Se eu não tivesse nossas fotos, nem eu mesma acreditaria mais em mim. E é isso que mais dói, saber que algo tão real, já não é mais meu, e que talvez nunca tenha sido.
Esse é o adeus que eu nunca tive coragem de dizer... Adeus, meu querido John!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Here we go again!!
Ok, o que eu posso dizer sobre essa foto??
Não, essa coisinha fofinha que eu estou segurando não é a Cookie. Repare que ela é fofinha, pequenininha e tem rabo.]
Nós demos a Cookie embora, pra poder ficar com essa, que era mais bonitinha.
Ok, quem me conhece sabe que eu jamais faria algo assim!
Enfim,a Cookie tá aqui em casa e essa daí também, ela se chama Kate, em homenagem à nova música do CD Above the Noise (já comentei que não ligo em ser tosca??) e quando a vi pela primeira vez foi amor à primeira vista! As duas são da mesma raça, mas a Cookie custou caro porque é Fox Paulistinha com Pincher (?)(acho que escrevi errado) e a Kate é Fox P. com S.R.D.¹ então foi de graça!
Eu passava pelo pet-shopping aqui perto de casa e ouvi um cachorrinho gritando, resolvi me aproximar pra ver o que acontecia e aconteceu que eu me apaixonei (eu me apaixono tão fácil por cada coisa, maldita adolescência ¬¬) pela cachorrinha sozinha na gaiolinha. Me aproximei mais e tive que colocar meus dedinhos nela, pra fazer carinho. Dois minutos depois, tive que ir e ouvir a filhotinha gritando quando eu fui embora (sim, dava pra ouvir da calçada) partiu meu coração. Fui chorando pela rua do estabelecimento até a casa da minha avó, que era uns dois quarterões e meio de distância (não ligo em ser tosca +1).
Hoje, quinta feira, minha mãe voltou lá e a trouxe pra casa, pra fazer um teste, já que temos outra cachorrinha aqui. A Cookie, a "dona" da casa, a chata, a que não interage, a que não gosta de ninguém muito menos de mim, estranhou e ficou de cuzisse, mas não mordeu e nem latiu na pequenininha. Então, como eu dou nome até para coisas inanimadas (Godofredo <3) e gostei muito de iF U C Kate, eu resolvi chamá-la de Kate, porque também não pensei em um nome melhor. Ela está dormindo lá fora, nesse momento, numa caminha improvisada ao lado da casinha da Cookie e eu realmente espero que ela não lata e nem chore, porque se ela incomodar meus vizinhos fdps, ela vai ter que ir embora e eu realmente iria ficar triste se ela fosse embora, uma vez que me apego muito fácil à animais. Quero só ver se formos mantê-la e meu pai voltar de São Paulo e vê-la aqui, o tamanho da surpresa que ele terá. Divertido!
"Ohana quer dizer família. Família quer dizer nunca mais abandonar, ou esquecer!"
¹ - Sem raça definida.
domingo, 31 de outubro de 2010
Começa hoje!
Hoje eu percebi que não posso falar de sorrisos que não são meus, que não posso chorar as lágrimas de dor de alguma outra pessoa, que não posso ter fotos de coisas que nunca vivi.
Eu não posso sumir quando quiser e reaparecer em seguida, não posso voltar no tempo e mudar o que já fiz e decidi, não posso esquecer sem lembrar e nem lembrar de esquecer.
Eu não posso sonhar acordada e realizar enquanto durmo, não posso viver sem sentir e nem sentir sem viver, não posso chorar sem ter motivo e quase não posso escolher. Às vezes mal posso dizer o que sinto ou confidenciar se me importo ou não.
Eu não posso dizer que amo sem conhecer e não posso sorrir querendo chorar ou talvez, até mesmo, esconder. Eu não posso conhecer um lugar sem ter estado lá, não posso querer comer quando meu estômago nem chegou a roncar e não posso querer só pra mim, quando nem chegou algum dia, a me pertencer.
Eu não posso fazer tantas coisas, não posso voltar atrás e fazer de novo e nem mudar o que já fiz, não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo, talvez nem possa amar e odiar ao mesmo tempo, mas eu faço. Eu faço tudo o que não posso, podendo ou não.
Eu me imaginava imensa tendo como base aquela frase que diz que "o céu é o limite!" , mas só me libertei quando descobri que "O céu é só o começo!".
Então, sabe aquilo tudo que eu percebi hoje? Tudo aquilo que eu não podia fazer? Só me serviu pra ver que, às vezes, algumas coisas não devem ser levadas tão ao pé da letra. Meu começo começa agora! ;)
Eu não posso sumir quando quiser e reaparecer em seguida, não posso voltar no tempo e mudar o que já fiz e decidi, não posso esquecer sem lembrar e nem lembrar de esquecer.
Eu não posso sonhar acordada e realizar enquanto durmo, não posso viver sem sentir e nem sentir sem viver, não posso chorar sem ter motivo e quase não posso escolher. Às vezes mal posso dizer o que sinto ou confidenciar se me importo ou não.
Eu não posso dizer que amo sem conhecer e não posso sorrir querendo chorar ou talvez, até mesmo, esconder. Eu não posso conhecer um lugar sem ter estado lá, não posso querer comer quando meu estômago nem chegou a roncar e não posso querer só pra mim, quando nem chegou algum dia, a me pertencer.
Eu não posso fazer tantas coisas, não posso voltar atrás e fazer de novo e nem mudar o que já fiz, não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo, talvez nem possa amar e odiar ao mesmo tempo, mas eu faço. Eu faço tudo o que não posso, podendo ou não.
Eu me imaginava imensa tendo como base aquela frase que diz que "o céu é o limite!" , mas só me libertei quando descobri que "O céu é só o começo!".
Então, sabe aquilo tudo que eu percebi hoje? Tudo aquilo que eu não podia fazer? Só me serviu pra ver que, às vezes, algumas coisas não devem ser levadas tão ao pé da letra. Meu começo começa agora! ;)
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Amar é inegável!
Amar é inegável, amar é absurdo e torturante. Amar é perdoar e dar tudo de si para alguém que você nem sabe se vai devolver 10% do que você deu.
Amar é inegável, amar é impossível, amar é automático, amar é a convivência, amar é à primeira vista, amar é único, amar é fácil, amar é esquecer e lembrar, amar é intenso, amar pode ser da boca pra fora, amar é tudo o que se espera, amar é no que se acredita, amar é sinonimo de alma limpa e até de mentira, amar é demonstrar, amar é dizer e amar é acreditar. Amar é saber amar, amar é nunca abandonar, ou fingir abandonar, mas só esquecer momentaneamente.
Amar é a verdade do mundo, amar é o que o mundo é incapaz, amar sei eu e sabe você, sabemos nós, mas não sabe ninguém. Amar é aquilo que se diz ou o que se faz, mas não o que se sabe.
Amar irei quando te encontrar, amar irei quando te deixarei ir, amarei até não lembrar, ou até doer. Amar é até a alma, amar é no fundo, amar pode ser superficial, amar dói, amar é não ter medo de cair, amar é não precisar cair, mas ralar o joelho de vez em quando.
Amar no escuro, amar ao nascer do sol, só amar, amar quando está lá e quando não está. Amar pra sempre, amar só por uma noite.
Amar já ouvi em algumas músicas, amar li em livros com finais felizes, amar é como algodão-doce, muito doce!
Amar é inegável, amar já sei na teoria, mas para amar alguém, preciso de prática, na prática não sei amar, mesmo sabendo que amar é inegável, nada sei sobre amar!
Amar é inegável, amar é impossível, amar é automático, amar é a convivência, amar é à primeira vista, amar é único, amar é fácil, amar é esquecer e lembrar, amar é intenso, amar pode ser da boca pra fora, amar é tudo o que se espera, amar é no que se acredita, amar é sinonimo de alma limpa e até de mentira, amar é demonstrar, amar é dizer e amar é acreditar. Amar é saber amar, amar é nunca abandonar, ou fingir abandonar, mas só esquecer momentaneamente.
Amar é a verdade do mundo, amar é o que o mundo é incapaz, amar sei eu e sabe você, sabemos nós, mas não sabe ninguém. Amar é aquilo que se diz ou o que se faz, mas não o que se sabe.
Amar irei quando te encontrar, amar irei quando te deixarei ir, amarei até não lembrar, ou até doer. Amar é até a alma, amar é no fundo, amar pode ser superficial, amar dói, amar é não ter medo de cair, amar é não precisar cair, mas ralar o joelho de vez em quando.
Amar no escuro, amar ao nascer do sol, só amar, amar quando está lá e quando não está. Amar pra sempre, amar só por uma noite.
Amar já ouvi em algumas músicas, amar li em livros com finais felizes, amar é como algodão-doce, muito doce!
Amar é inegável, amar já sei na teoria, mas para amar alguém, preciso de prática, na prática não sei amar, mesmo sabendo que amar é inegável, nada sei sobre amar!
Assinar:
Postagens (Atom)

