sábado, 31 de dezembro de 2011

And a Happy New Year (8)

O que eu deveria dizer?
Essas serão minhas últimas palavras oficiais do ano e eu nem ao menos sinto minha língua coçar pra dizer qualquer merda... Por quê?
Porque é como se nada mudasse, e ao mesmo tempo em que eu sinto terror à mudanças, eu tenho necessidade de mudar!
Tudo bem, então vou pedir algo não tão convencional: Eu quero me desapegar!
Simplesmente me desapegar de todas as coisas ruins que aconteceram, não só esse ano como em toda a vida. Quero me desapegar, principalmente, do ano de 2011, que tem as memórias mais frescas em minha mente!
Por favor, vamos mudar, como o Ano Novo, que começa ao 00h00min do relógio. Eu também quero a chance de poder recomeçar do zero!!
E de uma amnésia também, talvez! Por que não?
Enfim... Nem sei por que vim tagarelar, justo aqui no meu querido blog, mas oks...
Feliz Ano Novo a todos, que todos tenham tudo aquilo de bom que suas mãos consigam carregar! E vamos nos desapegar, porque o que deu errado em 2011 tem 98,9% de chance de dar errado em 2012 também, mas pra que ser pessimista se podemos escolher não repetir o que fizemos em 2011 e fazer tudo diferente?!
Feliz Ano Novo novamente, que todos tenham um excelente ano, cheio de mudanças agradáveis!
Agradáveis, por favor!

domingo, 20 de novembro de 2011

Do verbo "caber"

A gente sempre cabia. E tudo cabia à gente.
Se encaixava, tinha lugar meio que reservado, era enfileirado, mas era bom!
Acho que foi costume e talvez tenha tido um pouco de ciúme, mas acho que só no começo. Porque depois, de fato, se acostumou. E tudo pareceu bem. Realmente se encaixava.
Mas quando o tempo está bom demais, azul demais, comece a desconfiar... Porque é nessas horas que as tempestades gostam de chegar. E inundam tudo e limpam tudo. E te fazem pensar:
Céus, o que será? É assim que tem que ser?
E chega a linda dúvida, plantada por um raio em sua cabeça... E quem disse que sai fácil? Não sai. Você finge que nada há, mas não consegue deixar de pensar: Será?
E ao pensar não se aguenta... Infla o peito e grita. Grita coisas que nem jamais sussurraria. Mas já era: Se perdeu!
Você perdeu!
E a perda, querendo ou não, sempre é grande. E sempre deixa alguma coisa fora do lugar. E sempre deixa um vazio, mesmo que mínimo, mesmo que você negue.
E isso te faz pensar de novo: Será? Porque, convenhamos, você pode ter se arrependido. Afinal, não cabia há pouco tempo. Já havia se passado alguns anos.
E hoje, vendo aquelas fotos... Aquelas mesmas onde a gente se cabia, onde a gente se encaixava, eu me perguntei: Será?
E também me perguntei se vocês, algum dia, já pararam pra se perguntar...
O que, exatamente, aconteceu? Onde foi que paramos?
Céus...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011





Eu sinto saudade do que nunca tive, e quer sentimento mais confuso que esse?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Eu sinto sua falta. E o engraçado é que eu nunca te tive.

Ainda me lembro do primeiro beijo na bochecha que você me deu. Ninguém viu. A rua estava vazia, eu estava sozinha; até que você apareceu. Não disse muita coisa, apenas um simples "tchau". Mas o ápice foi o beijo! O leve tocar dos seus lábios na pele da minha bochecha me fez olhar pro horizonte enquanto você partia, com brilho nos olhos.

Eu pensei em você o dia todo depois daquele simples beijo.

E, sei lá, eu me senti importante pra você naquele dia. E está aí o meu maior erro... Porque eu me sentir importante pras pessoas é um mau presságio. Sempre dá errado. Tanto é que no dia seguinte, tudo foi normal: Você sorriu de leve e beijou minha bochecha de novo, dessa vez dizendo "oi", mas foi sem graça. Mas mesmo assim eu senti algo, eu fiquei feliz. E digamos que o primeiro beijo foi tão especial que valerá pro ano inteiro. Tanto é que eu ainda me lembro dele. Tanto é que eu ainda gosto de você!



domingo, 11 de setembro de 2011

E que se vá...

Eu já descobri o que você faz. Então, por favor, pare.
Pare de entrar sempre com a ponta dos pés, pare de manusear a porta para que as dobradiças não façam barulho enquanto você, cuidadosamente, a abre e depois a fecha.
Se você não quer que eu saiba da sua presença, por favor, não entre! Se poupe do trabalho e me poupe da dor de saber que você esteve aqui, investigando algo e que quando descobriu, foi embora. Sem nem ao menos me dizer adeus. O que é que você tanto procura, afinal??
Não me lembro de você ter se esquecido de algo aqui comigo, acho que nada mais seu há aqui esperando ser encontrado. Não há mais nenhum tesouro, seu mapa é inútil...
Tesouro... Quase nada há de bom aqui, quem dirá tesouro... Nada a ser descoberto.
Apenas coberto e encoberto, em todas as razões que eu perdi quando te dei a primeira cópia da chave da porta de entrada... Tudo isso só pra você fazer mau uso dela, agora.
Por favor, se ainda insisti que algo exista aqui esperando por você, entre mais uma vez, pegue logo o que quer que seja e saia, trancando a porta com duas voltas da chave na fechadura em seguida. Não se preocupe em não fazer barulho. Eu quero me lembrar da sua última visita.
E por favor, depois de trancar a porta com duas voltas na fechadura, me devolva a chave e se vá.





"Quando vejo, estou calada novamente, ouvindo o que você não diz e vendo o que você não faz!"

sábado, 27 de agosto de 2011

Eu odeio pessoas mornas.
Porque eu por mim já sou indecisa, então tudo o que eu preciso é de uma resposta direta. Ou é sim, ou é não... Ou é quente, queimando, deixando a pele vermelha, ou é frio, congelante causando hipotermia. Nunca morno, nunca em banho-maria, nunca mais ou menos.
Não há lugar para incertezas, não há lugar para nenhum talvez, além dos meus próprios, dentro de mim!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Eu queria me abraçar, me aninhar em mim e sentir que nada de mau me atingiria. Eu queria ficar a noite toda acordada zelando meu sono e quando acordasse eu saberia que estive ali durante todos os minutos me observando para que nada de errado acontecesse. Eu poderia ter cuidado de mim, eu poderia ter dito as palavras mais doces que eu precisava ouvir, eu poderia ter me entendido, me compreendido, me cuidado e me amado. Eu teria cantado minha música favorita pra me acalmar, eu teria escrito um poema pra mim e eu poderia sempre contar comigo quando não pudesse contar com mais ninguém. Eu seria livre, seria feliz e seria minha, por inteiro! ... O problema é que eu me dei para os outros e não pra mim!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Eu sou como o mar; ninguém nunca disse que o mar é bipolar.
Venho em ondas que se quebram em pedras ou que morrem na praia, mas sempre volto pelo mesmo caminho, devagar, menor do que vim, mas volto. Indo para não sei onde, para me armar de novo e subir em onda mais uma vez.
Quando calma; serena e navegável. Me faço apreciável, convidativa e aberta, águas quase translúcidas que olharão de volta pra você, se encarar por muito tempo.
Mas, por favor, respeite meus dias de fúria, de tempestades. Não se aventure em mim quando o tempo estiver fechado e se a brisa tiver se transformado em vento gelado. Dependendo da intensidade posso te engolir e nunca mais devolver. Dependendo da chuva, posso estragar sua navegação.
Então já está avisado, não entre se não for apreciar cada curva, cuidado para não ir fundo de mais e não saber voltar... E por favor, nem se aproxime se tiver medo de se molhar!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Uma loira incoveniente sem domínio sobre as palavras que saem de sua própria boca, olhou descaradamente nos meus olhos e disse que você é o amor da minha vida.
Deixa-me esclarecer uma coisa, eu já não acredito no, ou pelo menos não espero pelo, príncipe encantado há séculos... Desde que os filmes da Disney pararam de ser em VHS, na verdade, então eu não me importo muito. A partir da adolescência comecei a torcer pras mocinhas ficarem com os vilões, algo meio próximo da Síndrome do Stocolmo... Os mocinhos eram chatos, entediantes, e o final "felizes para sempre" que eles tinham pra oferecer parecia muito massante, pois é, olha eu aqui criticando a perfeição.
Mas enfim, quando essa loira impertinente teve a audácia de dizer isso pra mim, me peguei pensando... Mas pensando muito além do "será que é verdade?". Eu comecei a pensar na vida real, longe dos castelos legais da Disney, comecei a pensar até onde eu acredito que coisas assim existam, coisas tão fortes que vão longe da minha ignorância conseguir descrever e me peguei pensando em tudo o que se passou; tantos altos e baixos e encontros e desencontros e mais alguns dramas que eu mesma acrescentei a história toda... Pode alguém ser o amor da sua vida e você não ser o amor da vida dessa pessoa? Seria isso logicamente possível?
Cresci acreditando no que os malvados produtores da Disney implantaram no meu cérebro: se você gosta de uma pessoa, essa pessoa vai gostar instantaneamente de você de volta... Tudo será recíproco, vocês serão apaixonados, enfrentarão umas madrastas malvadas, mas no fim, como o bem sempre vence o mal, você serão felizes pra sem... Olha ele aqui, o vilão da minha vida...
Não é assim na vida real, não mesmo... As coisas são turbulentas, barulhentas, difíceis, por vezes parecem sem solução e é assim que, sem que notemos, chegamos ao fundo do poço, sem perspectiva de sair, sem sabr como sair... E é assim que acabamos. E é desse jeito que eu me pergunto, caída à sete palmos abaixo da terra: Pode alguém ser o amor da minha vida e eu não ser o amor da vida desse alguém? Por que se for assim, não me tira da cova, me enterra e joga alguns quilos de cimento em cima!

sábado, 25 de junho de 2011

Realmente, você tinha razão quando me disse que era um "mala" e que eu devia me manter calma, caso contrário me irritaria muito com você.
Você estava totalmente certo, você é a pessoa mais irritante que eu já conheci nesses poucos quinze - quase dezesseis - anos de vida, nunca conheci uma pessoa que parecia tão focada em me irritar quanto você, nunca conheci uma pessoa que se sentia feliz em ver minhas bochechas corarem de raiva.
Eu devo muito à você, na verdade. Agora, nesse exato momento, estou me sentindo muito agradecida, sério. Você me mudou, você me fez uma pessoa melhor... O curto espaço de tempo em que eu pude desfrutar da sua presença, eu fui outra, eu fui completa, eu fui extrovertida e, mesmo que boba, eu fui eu. Totalmente eu! Assim como poucas pessoas, você me aceitou exatamente como eu era - mesmo que por pouco tempo.
Eu tinha em você algo que eu nunca havia tido em outra pessoa antes, nunca. Mesmo que mal nos falássemos, mesmo que por pouco você me conhecesse, parecia que eu tinha lhe entregue meu manual de instruções, você sabia tudo o que eu escondia, tudo o que eu pensava, tudo... Tudo mesmo. Acho que é por isso que você é tão egocêntrico, você sempre sabe tudo!
Sabe, agora eu estou me dando conta... A saudade não morreu, na verdade a única coisa que está meio morta sou eu... Depois que você se foi, eu parei de ser tão legal. Sim, parei de ser tão legal, porque mesmo que você não acredite, eu era legal quando eu tinha você! E em algum lugar que eu ainda não sei aonde, eu sinto arder de vez em quando, mas tudo bem, eu espero um tempo e a ardência passa, ainda bem!
Mas mesmo assim, obrigada por tudo, mesmo as partes ruins sei que me serviram pra alguma coisa, mas além de todas as coisas ruins... Obrigada pelo apoio, pelas palavras gentis e pelo cuidado que você teve comigo, tudo foi muito especial, de verdade. Mesmo que pra você não signifique nada, mesmo que pra você eu não exista mais, você me fez bem. É, foi bom enquanto durou! Obrigada pela oportunidade de ter um pouquinho de magia nessa minha vidinha tão sem graça!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Me faltam sorrisos, me faltam palavras pra explicar a merda em que eu me meti, me faltam lágrimas pra expressar o vazio que eu tenho sentido recentemente. Falta algo que eu ainda nem ao menos sei, falta tanto e faz falta de um modo torto. Tudo errado, tudo errado!
O pior é de tudo é saber que a culpa é minha, saber que eu me deixei envolver e estragar tanto, irreversível é o que é; não dá pra voltar atrás, não há caminho de volta.
O legal - sinta a ironia - é que ninguém me avisou que era um caminho de mão única e que se eu desse o primeiro passo, não haveria jeito de voltar. Esqueceram de me avisar também que o fim do caminho era um precipício!
Eu não suporto mais pensar, eu não suporto mais falar à respeito. Não consigo conviver com a falta que me faz. Tempo tempestuoso, esse que passei. Tempo que me fez ficar calada, quieta, fria... Vou me mudando e me moldando às minhas novas condições, vocês me fizeram assim! Como um bolo que se agarra à assadeira pra poder crescer; e ainda tem a capacidade de crescer torto, errôneo. Tudo errado, sempre!
Tanta falta, tanto vazio não preenchido e ignorado, deixado pra lá por meras bobagens... Eu sou idiota, esqueço de mim, mas não de quem realmente merece... Talvez eu mereça alguns safanões às vezes, pra ver se eu acordo pra realidade... Mesmo que eu saiba que não acordarei! É inegável, impossível...!

terça-feira, 31 de maio de 2011

O coração é ignorante, recusa ordens. Pobre músculo esperançoso é esse que guardo com tanto cuidado dentro do peito. Tantas vezes remendado, colado e queimado a ferro, pobre iludido esse coitado.
Ainda não cansado de bater por causas perdidas, derramado em lágrimas inevitáveis e acolhido por sorrisos mentirosos. Pobre rejeitado, tão frágil e enganável. Sentido, guardando dentro de si o seu e o do outro. Como se apenas uma dor não fosse o suficiente.
Bombeando vagamente em um ritmo involuntário e doído, mas não que esteja partido, apenas cansado de tantas lutas perdidas. Solitário! Tão igual a qualquer outro, mas tão único, daqueles que nunca mais se encontrará igual.
Suicida em suas tendências, finito, mas tão valente pra aguentar um pouco mais, tão corajoso pra esconder toda a dor e continuar seu trabalho como se tudo estivesse igual, tão capaz de ainda estar inteiro, mesmo depois de tantos consertos mal feitos. Tão pequeno pra tanto, mas tão grande pra todos. O meu coração, acho, suporta tudo!

sábado, 14 de maio de 2011

Mais um dia feliz sem você! (8)

Porque antigamente, quando eu pensava em você, eu sentia coisas que nem ao menos podia definir. Era tudo misturado, alguns milhões de sentimentos, todos abominavelmente melosos e auto-destrutivos. Era como se eu já soubesse que eu ia me machucar no final.
Um tempinho depois, veio a dor. Quando eu pensava em você, quando eu ouvia aquela música, tudo o que eu sentia era vontade de chorar, meu estômago embrulhava e a ânsia de você me consumia. Eu tinha que me contorcer pra ninguém perceber o quão mal eu estava.
E hoje... Hoje não há mais nada, não há nenhuma vontade, não há nenhum plano infalível pra te encontrar em algum lugar, não há mais espera, não há mais lágrimas!
Eu cansei de esperar, cansei de tentar me culpar e arrumar explicações furadas pra tentar aliviar o que, na verdade, apenas você fez. Cansei de tirar o seu mérito por me destruir.
Ao invés de tentar achar coisas em mim que possam ter feito você partir, eu me ocupei em me desocupar de você e agora eu posso dizer que tudo mudou.
Eu mudei tudo!
Meu coração, já remendado, não espera mais sua ligação, essa noite eu não irei chorar antes de dormir... Eu estava certa, eu iria me machucar, você me machucou e nem parece ter se importado. Isso só prova que não merece nada além do meu esquecimento.
Hoje não é mais dia nove de Abril, hoje não é mais dia de me importar... Hoje é dia de continuar vivendo de onde você me deixou, andando rápido pra recuperar o que perdi e indo na direção contrária a você. Obrigada por me mostrar, de todos os jeitos possíveis - apesar de eu ter custado a entender - , que você não valia à pena!

Photobucket
Oh, sim, ainda te amo, querido! -N

sábado, 9 de abril de 2011

Você não soube me amar!

Eu me pergunto quem se perdeu de quem primeiro; me pergunto quem deixou quem escapar mais rápido. Hoje sei que me perdi de você, não em você...
E quando eu pensei ser o começo, na verdade era apenas o começo do fim.
Não tem um dia em que eu não pense em você, não existe um segundo em que eu não sinta sua falta e perceba que os minutos que tinha com você eram os mais especiais, foram esses minutos que me fizeram quem eu sou hoje, foram esses minutos que tornaram sua partida tão difícil!
Não tem sequer uma parte de mim que não deseje você de volta com a intensidade de um temporal devastador. Não acho que tenha como segurar tudo isso dentro de mim por muito mais tempo! E pensar que estivemos tão perto...
Você disse que me amava...
E o melhor nisso foi que quando eu comecei a acreditar, você foi embora e eu continuei parada onde você me deixou, olhando enquanto você seguia com sua vida.
Dói saber que aonde quer que você esteja, está provavelmente feliz e nem se lembra mais que algum dia eu existi; enquanto aonde quer eu eu esteja, estou pensando em você e no quanto queria que você estivesse comigo!
Mas o que mais dói é saber que alguém pode te abraçar quando quiser e eu nem ao menos posso te ver.
Eu te amo tanto, e isso está me matando!

sábado, 2 de abril de 2011

Apenas tropeçando!

Hoje eu acordei com vontade de rir, haha!
Talvez com saudades da época quando eu ria das minhas fatalidades, algo próximo do "rir pra não chorar". Era tudo tão mais fácil, pimenta nos meus próprios olhos era refresco, e dos bons! Era como se não importasse o que acontecesse, sempre seria cômico se não fosse trágico. Mas era um trágico diferente.
Talvez fosse diferente por que eu tinha um jeito diferente de lidar, por que era mais divertido continuar no chão depois do tombo, rindo, do que se levantar e sair correndo, chorando e com risco de cair de novo.
Era engraçado, e eu gosto muito de coisas engraçadas... Talvez seja por isso que eu comece tantos pensamentos com a frase "é engraçado como..." ou talvez seja por causa de "my eyes", mas enfim...
Acho que tudo tem um quê de graça em seus mais íntimos detalhes; quando as coisas mudam se tornam engraçadas e quando permanecem as mesmas também permanecem engraçadas... Nem sempre de uma maneira positiva, mas tanto faz...
Eu tive vontade de rir hoje, muita vontade mesmo! E então eu ri, sem piada alguma, sem tombo algum... Só ri de nada, como uma boba.
E isso me fez feliz!

quinta-feira, 31 de março de 2011

All you REALLY need is some glue!

Estou presa entre o egoísmo e a consideração por uma pessoa que nunca teve consideração por mim. Tenho sentido medo de estragar algo não concreto que já foi estragado antes, quando ainda era algo, se algum dia foi.
A expectativa me corrói, inclusive a expectativa que meu lado pessimista cria de que eu vou me decepcionar. Mais uma vez!
Por que amar? Se quando amamos queremos o bem da pessoa amada muito antes do nosso. Isso não é bom!
Nem sei mais o que tenho sentido em relação à você... É tanto em um espaço tão curto de tempo que me confunde; te ver é torturante e me faz pensar em coisas que eu não gostaria de pensar. É triste saber que sinto sozinha, que luto sozinha, mas tudo bem...
Só acho que os Beatles mentiram quando cantaram que "all you need is love"!

terça-feira, 22 de março de 2011

Devagar!


Abandonado, eu sei.
E parece que ninguém liga para as coisas abandonadas de qualquer jeito. Infelizmente eu ando sem inspiração pra nada, sempre pensando nos mesmos assuntos idiotas e acho que seria indelicado postar certas coisas aqui.
Tudo bem, algum dia, talvez, eu acabe recuperando tudo.
E eu já não estou mais falando só do blog!


domingo, 6 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Volte?

Queria que você me visse agora, até que se prove o contrário, recuperada.
Cantando músicas que nada tem em comum com a minha tragédia ou com o futuro que poderíamos ter tido juntos...
Meus olhos, já secos, refletem a esperança que eu tenho de um futuro calmo e sem você, e os braços abertos para sentir a brisa quente que o seu fantasma me impedia de conhecer.
Bem, de qualquer modo, ainda bem que você não está aqui para presenciar isso.
E lá se vai mais uma das minhas - muitas - contradições!

Resposta fora de cogitação!

Eu me pergunto como será que deve ser se casar...
Eu já li em algum lugar que o índice de pessoas que se separam é bem maior do que o de pessoas que se casam, mas isso nada tem a ver com a minha curiosidade.
Eu fico pensando se um cara casado, ao ver uma menina bonita na rua dando bola pra si, não pensa que poderia ter ficado mais um tempo solteiro... Será que aos vinte e dois anos, e casado, não bate aquele arrependimento quando os amigos vão cair na balada e ele não pode ir?
Tá tem a tal da cumplicidade, mas pra se ter cumplicidade basta ter um cachorro ou um irmão ou um amigo do peito, sei lá. Casamentos são estranhos...
Estranhos como namoros! Eu tenho uma prima que não pode me ver – eu, a encalhada da família – que me pede para acompanhá-la até a casa do namorado e fica o caminho todo - de sua casa até a casa do dito cujo - dizendo que namorado só existe pra encher o saco e que namoros são uma merda... Termina então, simples!
Pra ter alguém te pedindo satisfações, querendo saber até quando você espirra e cobrando coisas de você basta ter pais, é tudo tão lógico... As pessoas é que complicam.
Mundinho tenso!
Mas então... Alguém quer me pedir em casamento pra eu finalmente descobrir como é se casar? Tá, se ninguém for pedir, eu continuo com a cumplicidade da minha cachorrinha – que me ouve sem reclamar – e com as cobranças da minha mãe e do meu pai! :x

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

E mesmo assim, tão apaixonada, eu não teria ganhado...

O que fez com que eu me apaixonasse assim tão perdida e desesperadamente?
Talvez os sorrisos galanteadores de dentes meio tortos meio alinhados, de um modo quase peculiar. Talvez o corpo sarado e as costas largas, os olhos claros e a barba por fazer...
Talvez eu tenha até me apaixonado pelas roupas que usa, pelas coisas idiotas que fala e pelo jeito como sabe fazer meu ar sumir como em um dom. A voz sedutora, aquela que poderia me fazer acordar do melhor sonho com o mais alto grito e mesmo assim eu jamais me importaria.
Me fez cair de joelhos por cada detalhe do que é e do que deixa de ser e o modo como me surpreende de um jeito quase previsível! É insuportável saber que me tem aonde bem entender. Eu sou completamente apaixonada pelo seu jeito rebelde e cativante, seu modo inconveniente de sempre dizer as coisas erradas, algumas vezes nos momentos certos. Sabe me fazer rir e chorar e rastejar e implorar...
Apaixonei-me pelo modo como me diverte com coisas banais e que não têm nenhum tipo de sentido para ninguém mais além de nós, o modo como fala quase pouco demais e às vezes agita as mãos... Cada pedaço de você, de quem você é, da sua personalidade, desperta em mim coisas que jamais poderei explicar com palavras...
E mesmo se todos os dias ainda parecessem segundas-feira, ainda assim eu estaria apaixonada por você!

Pega na mentira

Estive mentindo descaradamente, é verdade, mas quem liga? Vai dizer que você nunca mentiu pra mim, vai dizer que todas aquelas coisas que você me disse não tinham, bem no fundinho, um pouco de mentira, vai dizer que você nunca aproveitou minha ausência para ressaltar todos os meus - muitos - pontos negativos??
Se você soubesse que eu pouco me importo com o que você está dizendo e que eu já sei que sou irrelevante pra você... Está tudo muito whatever pra mim!
A verdade - o que é bem irônico - é que eu não estou nem aí e que o meu último "estou me matando de saudades" foi da boca pra fora... Não sinto nada!
Apesar de tudo de bom que, eventualmente, vivemos, infelizmente eu não consigo sentir nada além de um estranho buraco vazio quando penso em você e nas coisas que faremos quando nos encontrarmos de novo. Vai ser estranho!
Na verdade, eu gostaria de adiar esse reencontro o máximo possível, mas o irônico - de novo - é que logo terei o desprazer de olhar no seu lindo rostinho e te ver fingindo que é meu amiguinho e que viveremos num mundo mágico e fodido para sempre!
É realmente uma pena tudo isso, uma pena que eu me sinta assim... Que eu não sinta nada!
Eu te amo?!
Não de verdade, pelo menos. Mas continue acreditando!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

"Vou te guardar no coração..."

Dear Heart,



Fall in love when you're ready

NOT

When you're lonely!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Será que eu sou volúvel?

Alguns dias atrás, minha mãe disse que eu sou volúvel, porque eu era irritantemente apaixonada por um cara, mas de repente estava me mostrando interessada por outro...
Merece explicação: Eu passei onze meses irritantemente apaixonada por um cara, que dava a mínima pra mim. Tipo, foda-se a Elis!
Claro, chega uma hora em que nos cansamos de ser palhaças e de chorar toda noite até dormir e resolvemos que esse cara não nos merece e que devemos deixá-lo pra lá e arrumar outras coisas pra fazer na vida. Claro - mais uma vez - que as coisas não são assim tão fáceis - nos filmes, às vezes, parecem ser! - , mas nós lutamos e tentamos e fazemos de tudo para tirar esse tal cara da cabeça.
Até que - explosão - chega uma hora que "conseguimos"... (É, assim entre aspas, porque às vezes ainda rola uma vontade de flashback, mesmo que seja pra ser a palhaça mais uma vez)... Conhecemos outro cara! Um que parece - e nos faz acreditar - que vai fazer tudo diferente, que vai nos tratar como merecemos ser tratadas, e então resolvemos contar a novidade para algumas pessoas.
Fui falar desse novo cara com a minha mãe - algo meio antiquado para alguém na minha idade, mas posso fazer o quê? - e ela disse que eu era volúvel por dizer amar o X, mas de repente dizer que o X já não significa nada e que agora o Y é bem interessante...
Nunca fui boa o bastante em matemática, nunca me dei muito bem com X e Y, mas recentemente fui fazer algumas contas e descobri que onze meses - sem contar os anos em que eu já conhecia o X - é bastante tempo.
Então não, eu não sou volúvel. Só descobri que amor próprio é uma coisa muito legal!

When you act like I do +1

Essa noite estou me perguntando como você está se sentindo...
Já faz dois meses que ela foi embora e às vezes eu sinto como se você estivesse definhando, mesmo sem aparentar isso.
Já declarou para quem quisesse ouvir que não voltaria com ela, mas mentir é tão fácil. Fazer as pessoas acreditarem que você está bem e que já nem sente a falta dela é tão fácil... Pergunto-me se consegue mentir pra si mesmo. Será verdade que já não sente mais nada?
Queria tanto poder saber o que você, realmente, está sentindo, te dizer que certas coisas que você vem fazendo estão erradas e te mostrar que a vida não acabou só por que ela não gosta mais de você como dizia que gostava.
Eu sei pelo que você está passando, aconteceu comigo. Seria cômico se não fosse trágico: Ser chutado alguns dias antes do Natal!
Não liga, essas coisas passam e mais cedo ou mais tarde as pessoas têm a tendência de se arrependerem. Tomara que quando eles se arrependerem seja tarde demais!
Eles não nos merecem!
Você foi um tremendo idiota, mas, de coração, espero que esteja se recuperando... Ela mentiu, te usou... Mas bola pra frente. Vamos rir das nossas próprias desgraças!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

As Always!

Ah sim, eu estraguei tudo... De novo!
Você gostava de mim, eu acho.
E eu era uma criancinha chata que desconhecia os limites do que dizer e do que não dizer em hipótese alguma.
Acho que você nem ao menos se lembra, mas eu me lembro da maioria das coisas que eu fiz à você... Tudo bem que você era extremamente irritante, mas não merecia o modo como eu te tratava.
Se eu houvesse nos dado uma chance, teríamos crescido juntos! Mas eu sempre tive o meu velho problema de querer e gostar das pessoas impossíveis...
Uma merda, eu sei... Estraguei tudo com você e você se cansou do modo como eu te tratava, como se nem ligasse! Eu não ligava mesmo, mas hoje eu ligo.
Eu vejo o que poderíamos ter sido... E eu realmente sinto muito!
Queria poder me desculpar! E queria que você soubesse :x'

domingo, 16 de janeiro de 2011

Personificações

Os anos passam depressa, eu vejo
Mais um ano e eu não consegui o que eu almejo
Onde sorrisos escondiam anseios
E eu era aprisionada pelos meus próprios medos!

Merde!

Eu acho que têm dias que as pessoas tiram o dia para me irritar!
Pode parecer uma tese sem fundamento para você, caro leitor do outro lado do monitor, mas pra mim parece fazer tanto sentido!
A Nic me diz pra ignorar e foda-se, mas às vezes não dá. Aí, ao invés de meter a mão na fuça dos engraçadinhos (meu irmão já apanhou bastante hoje :P) eu fico fazendo revoluções internas e imaginando métodos medievais de tortura... Ai se eu pudesse!
Sorte do mundo que não vendem armas pra mim... Por que se não, terceira guerra mundial aí vamos nós... Se eu começasse a fazer tudo o que quero, nem os EUA me parariam!
E esse foi um post inútil, mas eu queria descontar minha raiva! Obrigada pela - falta - de atenção!

sábado, 15 de janeiro de 2011

#1

É muito fácil fazer eu me apaixonar; eu sou boba, me apaixono por olhares, sorrisos, gentilezas... Qualquer coisa que seja direcionada a mim e eu interprete como algo mais.
O difícil mesmo é me manter apaixonada. Paixonites só duram, no máximo, poucas semanas, as minhas geralmente duram menos. Eu me canso de tudo, sempre, até de mim mesma.
Eu me enjôo fácil das coisas, os olhares começam a perder o brilho e logo eu estou enxergando sorrisos diferentes daqueles que fizeram eu me apaixonar. E de repente eu já não quero mais, quero fingir que nada aconteceu. Assim como aconteceu, tão do nada, desaconteceu, acabou-se. Passou!
É passageiro, tudo passa, sempre passa, não importa o tempo que leve.
Então, eu não admiro aqueles que conseguem conquistar várias em apenas um dia, mas sim aquele que conquista, todos os dias, a mesma!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Se o fim não foi passional, nunca a chame de ótima amiga!

Bem... O lance é que eu não gosto de me comprometer com as pessoas, ainda mais quando parecia que elas só se envolviam para ter algo o que cobrar no futuro.
Eu havia me comprometido com Ben, eu havia cedido um espaço da minha vida para ele, havia cedido um espaço até na minha cômoda - ele precisava desse espaço pra abrigar as coisas que esquecia em minha casa, o que acontecia sempre que ele ia lá.
E o que o infeliz - pra não dizer coisa pior - fez? Me trocou por uma loira que não sabe nem aonde se encontra seu umbigo, quem dirá o piercing que deveria estar nele.
Pois é, totalmente inacreditável... Inacreditável por que eu ainda não disse que havia concordado em manter uma amizade, mesmo depois do fim do namoro de quase dois anos.
Ok, agora eu disse. Mas é que ele conseguiu me levar com o papo de "não quero perder sua amizade, passamos bons momentos juntos, blá blá blá!"
Não me julgue... Ele tem uma influência muito grande sobre mim, ele foi meu primeiro namorado, meu primeiro amor... Minha primeira real decepção. Mas sua presença era reconfortante, seu perfume inebriente... Ele foi tudo o que eu sempre quis.
O problema nisso tudo era ele ter entendido "auto-ajuda" ao invés de "amizade" - entre aspas mesmo. Qual é, eu sou uma ex recentemente destruída e em processo de ganhar alguns quilos com potes de sorevete. Tudo o que queria era um tempo. Mas o cara me aparece aqui em casa chorando por causa da loira sem senso de direção apenas duas semanas depois de dizer que não aguentava mais a mentira que eu o estava fazendo viver. Please!
-Foi assim que você se sentiu quando eu te deixei?
Eu não entendia muito o que ele falava em meio a todo o choro, língua embolada, drama e acusações do mundo estar contra ele. Só sabia que ele havia visto a tal loira dando uns pegas em algum amigo esquisito dele. Ben sempre fora demasiado dramático e terrivelmente fresco. E suas companhias sempre foram horríveis, havia cansado de avisar isso pra ele.
-Como você está se sentindo?
Eu não me sentia muito à vontade em ter esse tipo de conversa com ele apenas duas semanas depois de ter meu sonho de casamento destruído. E eu estava dividida nesse momento: Metade de mim estava feliz em tê-lo frágil em minha casa, tomando o chocolate quente que eu havia preparado. A outra metade queria socá-lo por ter interrompido meu tempo de recuperação e aceitação, ter invadido meu espaço e ainda estar tomando meu delicioso chocolate quente.
-Como se ninguém no mundo gostasse de mim.
Ben fungou e quase se engasgou com o conteúdo da xícara do Bob Esponja.
-Eu me senti pior, então. Senti que você não gostava de mim. E quando eu estava com você, o mundo não me interessava. Tivemos uma relação de dois anos, você estava trocando saliva e bactérias com essa senhorita por duas semanas. Não há o que comparar!
Sim, eu estava muito brava. Muito brava! Teria sido melhor pra ele se ele não tivesse tocado nesse assunto e me feito falar algumas coisas que toda ex machucada tem vontade de falar para o ex namorado quando eles mal terminam e o cretino já está com outra. Ainda bem que eu era uma pessoa da paz e nada agressiva. Céus, então por que essa vontade de apontar um dedo na cara dele e rir como uma louca, gritando "bem feito"?
O silêncio reinou por um bom tempo, reinou entre aspas, porque ele fungava e dizia coisas nada agradáveis sobre a "outra pessoa em questão". Eu me perguntava se ele não iria embora pra eu poder, enfim, rir e chorar ao mesmo tempo e me entupir de porcarias gordurosas pra me arrepender no dia seguinte e ter que gastar meu salário em uma academia depois.
-Obrigado por me ouvir. Você é uma ótima amiga.
Se levantou de repente e me abraçou desajeitado, colocando a xícara vazia em cima da mesinha e bagunçando meu cabelo, como se eu fosse um cachorrinho com a língua pra fora esperando carinho do dono.
Eu nada disse, fiquei imóvel no sofá e ouvi a porta da sala sendo manuseada, enquanto ele desaparecia da minha residência e deixava o rastro de seu perfume no ar.
-Amiga. Ótima amiga!
Resmunguei comigo mesma, fazendo uma careta em seguida e ignorando minha cozinha abarrotada de sorvete, chocolate, lasanha pré pronta e afins, indo em direção ao meu quarto.
Sabe, de repente me deu uma vontade de jogar fora todas as coisas que ele havia esquecido na minha casa e que estavam na gaveta da minha cômoda esperando para serem devolvidas!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A última a morrer é a esperança!

Como se pudessemos ver atráves das máscaras e escolher por quem nos apaixonaremos, por quem iremos chorar.
Como se pudéssemos evitar, de qualquer jeito. Esperançosas, é isso o que somos!
Tantas vezes magoadas e rejeitadas, e ainda continuamos acreditando no felizes para sempre, mesmo que bem no fundo de nossa existência, mesmo que não saibamos que acreditamos.
Como se nunca tivéssemos nos apaixonado à primeira vista, como se nunca tivéssemos tido nossos corações partidos à primeira vista. Mesmo assim persistimos e insistimos, nosso dom de dar segundas chances sempre tomando as rédeas das mais variadas situações.
Como se, daquela vez, aquele gentil cavalheiro não tivesse se mostrado um sapo gosmento ou um dragão cuspidor de fogo - ou de grosserias e ironias, tanto faz - ainda assim sentimos que ainda há esperanças. Sempre há esperanças.
Ele te olha e sorri, e então você acredita. Ele ri e tenta te fazer confortável até nas piores situações do dia, e então você se derrete, se perde... Pensando que as coisas serão diferentes, pensando que chegou a hora do seu final feliz finalmente acontecer.
Parece mágica, parece que ele tem algo nos olhos que te torna confiante, que te faz acreditar que dessa vez as coisas serão diferentes... Isso te faz cega, como se você só pudesse enxergar atráves dos olhos dele. Esse é o seu feliz pra sempre, você pode ver, sentir seu doce aroma... É quase palpável.
Será?
Talvez seja mais uma armadilha e no fim você acabe sorrindo falsamente para seus parentes durante mais um Natal, enquanto está totalmente destruída por dentro... Ou talvez aconteça, talvez você se encante e descubra que os sorrisos não era apenas simpatia. Como controlar? Nos basta ser esperançosas e continuar praticando o desapego: Não vale a pena guardar lágrimas do passado para sempre!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Nada!

Eu não tenho me questionado tanto e nem esperado tanto. Talvez essa noite eu não chore tanto ou perca tanto tempo ouvindo nossa canção.
Não sinto mais tanto a sua falta e nem me pergunto tanto se algum dia lhe parecerá viável voltar. Não me importo tanto. Não estamos tão distantes e não há tanto entre nós, além daquelas barreiras que eu construí com tanto esforço.
Talvez eu não devesse ter me esforçado tanto ou então ter tentado tanto ou te dito tanto ou fingido tanto. Eu menti tanto e agora me arrependo tanto. Por tantas coisas, tantos motivos diferentes.
Sinto tantos sentimentos que nem ao menos posso dar nome; tanto medo, tanto amor, tanta dor e saudade... Ah, tanta saudade!
Tantos sorrisos diferentes; você me fez pensar tanto neles. Me perguntar tanto se algum dia tudo o que eu fiz seria suficiente, esperar tanto de nossos tantos encontros catastróficos. Ah, tanto eu chorei e desejei e implorei e tentei fazer acontecer.
Hoje percebo: Tanto mudou!